Tag Archives: Lesbians in Brazil

Brazil: evangelical pastor convicted of corrective rape of a young lesbian teenager

September 2020:

The Criminal Court of Recanto das Emas, in the Federal District, sentenced evangelical priest João Batista dos Santos to 20 years and 6 months in prison for the rape of a 13-year-old teenager.

The MPDFT (Public Ministry of the Federal District and Territories) advsed that the religious leader’s sentence took into account the authority he exercised over the victim and also recognised the repeated nature of the crime, which occurred at least three times.

In this case in which the priest was convicted of rape of a vulnerable person, it appears that João Batista met the victim in 2017, and the girl talked to the religious leader about her sexual orientation.

According to the MPDFT case, before the abuses occurred the priest said that he loved the girl and would marry her. After the girl commented on being a lesbian, he proposed to use an oil to anoint her body, saying that it was a form of “gay cure”.
(Translated)

O juízo da Vara Criminal do Recanto das Emas, no Distrito Federal, condenou o bispo evangélico João Batista dos Santos a 20 anos e 6 meses de reclusão pelo estupro de uma adolescente 13 anos.

A pena do líder religioso levou em consideração a autoridade que ele exercia sobre a vítima e também o reconhecimento da ocorrência continuada do crime — por pelo menos três vezes —, informou o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios).

Nos autos do processo em que o bispo foi condenado por estupro de vulnerável, consta que João Batista conheceu a vítima em 2017, sendo que a menina teria conversado com o líder religioso sobre sua orientação sexual.

De acordo com a denúncia do MPDFT, antes dos abusos o bispo falava que amava a garota e que iria casar com ela. Depois de a menina comentar sobre ser lésbica, ele propôs passar um óleo para ungir seu corpo, argumentando ser uma forma de “cura gay”.
(Original)

Continue reading at: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2020/09/bispo-evangelico-que-estuprou-adolescente-e-condenado-a-20-anos-de-prisao.html (Source)

Brazil: young lesbian attacked and left for dead survives with permanent injuries

August 2020:
Fourteen teeth pulled out, a broken jaw, a deep cut on the back of the neck and head trauma were the external marks of the beating suffered by Thaylanne Costa Santos in October last year [2019], when she was 17 years old.
But the blows she received left even more profound consequences: a victim of homophobia, she awaits justice while taking five drugs to treat neurological problems, seizures and a depression that prevents her getting out of bed.

Thaylanne returned home by bicycle after a party in the city of Formosa (281 km from Goiânia) when she was surrounded by three men armed with a machete, a concrete bar and a stick. 

After being beaten, Thaylanne was left unconscious in a puddle of mud. As it was late at night on a busy street, she was not found until hours later. Her condition was so serious that she had to be rescued by a helicopter from the Fire Department, which took her to a city hospital before being transferred to Goiânia.

In addition to taking care of the wounds, the doctors had to suction her lungs, because she had inhaled a lot of blood and dirty water. The stick and the concrete bar were close to her head, stained with blood. “The doctor said that the cut above the back of the neck was made by a machete, which only didn’t kill her because they must have been blind,” says Luciana. 
( Translated)

Fundraiser for Thaylanne Costa Santos:  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-thaylanne-vitima-de-homofobia

Quatorze dentes arrancados, o maxilar quebrado, um corte profundo na nuca e o traumatismo craniano foram as marcas externas do espancamento sofrido por Thaylanne Costa Santos em outubro do ano passado, quando tinha 17 anos. Mas os golpes que recebeu deixaram sequelas ainda mais profundas: vítima de homofobia, ela aguarda justiça enquanto toma cinco remédios para tratar os problemas neurológicos, as convulsões e uma depressão que não a tira de cama.

Thaylanne voltava para casa de bicicleta depois de uma festa na cidade de Formosa (a 281 km de Goiânia) quando foi cercada por três homens armados com um facão, uma barra de concreto e um pedaço de pau. 

Depois de espancada, Thaylanne foi deixada desacordada sobre uma poça de lama. Como era fim de noite em uma rua sem movimento, ela só foi encontrada horas depois. Seu estado era tão grave que precisou ser resgatada por um helicóptero do Corpo de Bombeiros, que a levou para um hospital da cidade antes de ser transferida para Goiânia.

Além de cuidar dos ferimentos, os médicos precisaram aspirar o pulmão da garota, que acabou ingerindo muito sangue e água suja. O pau e a barra de concreto estavam perto da cabeça dela, sujos de sangue. “O médico disse que o corte acima da nuca foi de um facão, que só não a matou porque devia estar cego”, diz Luciana. 
(Original)

Continue reading at: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/08/31/homofobia-espancamento-goias-agressao-lesbiofobia.htm

Brazil: Angela Ro Ro talks about coming out as a lesbian: “I was beaten four times by the police”

In an interview, Angela Ro Ro shared the experience of being one of the pioneers of the LGBTQ + movement in Brazil.

She said: “Coming out as a lesbian cost me the blindness in one eye and half in the other and a half of my hearing. I was beaten four times by the Military Police and once by the Civil Police. I suffered physical aggression in 1981, 1983, two episodes in 1984 and in 1990 by brass knuckles, iron bars and baton. It was during a dictatorship, but I think that has no direct connection.”

The singer also compared reactions from that time to the present day: “Don’t you see how many children are killed today by stray bullet in Rio? At the time, I also suffered many homophobic attacks in other ways and I was even raped. I am proud to have been a pioneer, I was the first artist to call myself a lesbian in Brazil.”
(Translated)

Angela Ro Ro contou em entrevista como foi a experiencia de ser uma das pioneiras do movimento LGBTQ+ no Brasil.

Ela disse: “Me assumir lésbica me custou a cegueira de um olho e meio e metade da audição. Fui espancada quatro vezes pela Polícia Militar e uma pela Polícia Civil. Sofri agressões físicas em 1981, 1983, dois episódios em 1984 e em 1990 por soco inglês, barras de ferro e cacetete. Era ditadura, mas acho que não tem ligação direta”.

A cantora ainda comparou reações da época aos dias atuais: “Você não vê quantas crianças são mortas hoje em dia por bala perdida no Rio? Na época, também sofri muitos ataques homofóbicos de outras formas e cheguei a ser estuprada. Me orgulho de ter sido pioneira, fui a primeira artista a se dizer lésbica no Brasil”.
(Original)

Continue reading at: https://observatoriodemusica.uol.com.br/noticia/angela-ro-ro-fala-sobre-se-assumir-lesbica-fui-espancada-quatro-vezes-pela-policia-era-ditadura (Source)

Brazil: lesbian attacked for stating sexuality

A 45-year-old man was charged on Friday (11 December) by the Amapá Civil Police for the crimes of assault and homophobic assault. He is accused of having beaten a woman at a shop in Macapá for being a homosexual.

The incident took place on December 1 in the Beirol neighborhood, in the South Zone of the capital. According to the investigation by the 6th Police Station (6th DP), Viviane Canuto, 40, was beaten with several punches in the face after declaring herself a lesbian.

Also according to the authorities, the aggressor, who is not named, had offended the victim by calling her “sapatão”. Questioned by the reporter, Viviane declined to identify the suspect, saying that the information could only be passed on by the police.

She said it all started with the man’s teasing. She responded and after stating her sexual orientation, she was physically attacked.
(Translated)

Um homem de 45 anos foi indiciado nesta sexta-feira (11) pela Polícia Civil do Amapá pelos crimes de lesão corporal e injúria preconceituosa ou homofóbica. Ele é suspeito de ter espancado uma mulher num mercantil em Macapá por ela ser homossexual.

O caso aconteceu no dia 1º de dezembro no bairro Beirol, Zona Sul da capital. De acordo com a investigação da 6ª Delegacia de Polícia (6º DP), Viviane Canuto, de 40 anos, foi agredida com vários socos no rosto após se declarar lésbica.

Ainda de acordo com a Civil, o agressor, que não teve o nome informado pela corporação, teria ofendido a vitima a chamando de “sapatão”. Questionada pela reportagem, Viviane não quis identificar o suspeito, dizendo que a informação só poderia ser repassada pela polícia.

Ela contou que tudo iniciou com provocações do homem. A mulher respondeu e depois de falar sobre a opção sexual teria sido atacada fisicamente.
(Original)

Continue reading at: https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2020/12/11/falei-da-minha-opcao-sexual-e-ele-me-agrediu-diz-vitima-de-homofobia-suspeito-foi-indiciado.ghtml (Source)

Brazil: anti-lesbian conversion therapy within the CTMDT

At 30, and married to a woman, Cláudia speaks with a certain freedom about her experience. But she still lives with the aftermath of intense suffering in her seminary years. In the year she was expelled from school, she stopped attending church. She fell into a deep depression that reduced her immunity to the point of being hospitalized with multiple infections. She still takes antidepressants and anti anxiety medication.

Since the age of 5, the designer knew she was a lesbian. But she hadn’t been with women until she fell in love with a seminary student. They had an almost platonic affair, without sexual relations, because they thought homosexuality was a sin.

Driven by guilt, she revealed her feelings to the school leadership, who imposed the total withdrawal of the two as a condition for continuing their studies. “I had to read a verse from the Bible to her in front of the pastors. The text said that homosexuality is an abomination to God. She left the room crying. It was horrible ”, she remembers. According to her account, teachers monitored the students’ movements and exposed the case to other students. She says she had her personal computer confiscated by one of the leaders, who searched the device to find exchanges of messages between her and the other student.
(Translated)

Aos 30 anos, e casada com uma mulher, Cláudia fala com certa liberdade sobre sua experiência. Mas ainda convive com as sequelas do sofrimento intenso nos anos de seminário. No ano em que foi expulsa da escola, ela deixou de frequentar a igreja. Caiu em uma depressão profunda que reduziu sua imunidade a ponto de ser internada com múltiplas infecções. Ela ainda toma antidepressivos e ansiolíticos.

Desde os 5 anos, a designer se reconhece como lésbica. Mas não tinha ficado com mulheres até se apaixonar por uma aluna do seminário. Elas tiveram um caso quase platônico, sem relações sexuais, porque achavam que a homossexualidade era pecado.

Movida pela culpa, ela revelou seus sentimentos à liderança da escola, que impôs o afastamento total das duas como condição para a continuidade dos estudos. “Tive que ler um versículo da Bíblia para ela na frente dos pastores. O texto falava que a homossexualidade é abominação para Deus. Ela saiu da sala chorando. Foi horrível”, lembra. Conforme seu relato, professores vigiavam os movimentos das estudantes e expunham o caso para outros alunos. Ela diz que teve o computador pessoal confiscado por uma das líderes, que vasculhou o dispositivo para achar trocas de mensagens dela com a outra aluna.
(Original)

Continue reading at: https://apublica.org/2020/12/para-curar-a-homossexualidade-jovem-teria-sido-submetida-a-isolamento-exorcismos-e-terapia-em-seminario-evangelico/ (Source)

Brazil: how gynaecology fails lesbians

Lesbian and bisexual women go to the gynecologist less than heterosexual women. According to data from the report on Comprehensive Health Care for Lesbian and Bisexual Women, from the Ministry of Health, only 47% of this group have gynecological consultations annually, while the number rises to 76% when we talk about straight women, according to Febrasgo (Brazilian Federation of Associations of Gynecology and Obstetrics).

To understand why this happens, Delas listened to 45 non-heterosexual women on the topic. Anonymous reports reveal negligence, unpreparedness and prejudice by health professionals when it comes to sex between women. 
(Translated)

Mulheres lésbicas e bissexuais vão menos ao ginecologista do que as heterossexuais. Segundo dados do relatório Atenção Integral à Saúde das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, do Ministério da Saúde, apenas 47% deste grupo faz consultas ginecológicas anualmente, enquanto o número sobe para 76% quando falamos de mulheres hétero, segundo Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Para entender porque isso ocorre o Delas ouviu 45 mulheres não-heterossexuais sobre o tema. Os relatos anônimos revelam negligências, despreparo e preconceito de profissionais da saúde quando o assunto é sexo entre mulheres.
(Original)

Continue reading at: https://delas.ig.com.br/saudedamulher/2020-09-01/lesbicas-e-bi-denunciam-negligencia-de-ginecologistas-nao-nos-examinam.html (Source)

Brazil: teenager attacked by father for being lesbian

The grandmother of a 16-year-old teenager reported the girl’s father after he attacked her granddaughter. According to the grandmother, the girl was beaten because of her sexual orientation – the girl is a lesbian. The complaint was made on Wednesday (9 September) and the case occurred in the city of Ipiaú, in Bahia.

The police are investigating what happened and the girl will remain with her grandmother. According to the 9th Regional Interior Police Coordination (Coorpin), the girl said she had also been attacked by her father with a machete “sheath”, a type of case used to preserve the object’s blade.

The perpetrator, who has already been summoned by the police, was not found at the house after the report. The grandmother also pointed out that the girl has been assaulted several times for the same reason.
(Translated)

A avó de uma adolescente de 16 anos denunciou um pai após a sua neta ser espancada. Segundo a avó, a garota apanhou em função de sua orientação sexual – a menina é lésbica. A denúncia foi feita na quarta-feira (9) e o caso ocorreu na cidade de Ipiaú, na Bahia.

A polícia está investigando o ocorrido e, a priori, a menina deve permanecer com a avó. Segundo a 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), a menina disse que também havia sido agredida pelo pai com uma “bainha” de facão, um tipo de estojo usado para preservar a lâmina do objeto.

O agressor, que já foi intimado pela polícia, não foi encontrado na casa após a denúncia. A avó ainda destacou que a garota já foi agredida várias vezes pelo mesmo motivo.
(Original)

Continue reading at: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/menina-e-espancada-pelo-pai-por-ser-lesbica-policia-investiga (Source)

Brazil: Man accused of raping 13 year old lesbian daughter in front of grandfather

The Civil Police of Salto (SP) is interviewing witnesses to investigate the incident in which a man is suspected of raping his 13-year-old daughter in front of her grandfather on Saturday (29 August). Cell phones of those involved were also apprehended for analysis.

The mother told G1 [the media outlet]  that the assault occurred after they discovered the girl was a lesbian.
(Translated)

Polícia Civil de Salto (SP) está ouvindo testemunhas para investigar o homem suspeito de estuprar a filha de 13 anos na frente do avô dela, no sábado (29). Celulares dos envolvidos também foram apreendidos para serem analisados.

A mãe contou ao G1 que a agressão teria ocorrido depois que eles descobriram que a menina era lésbica.
(Original)

Continue reading at: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2020/09/02/policia-ouve-testemunhas-para-investigar-suspeito-de-estuprar-filha-por-ser-lesbica.ghtml (Source)

Brazil: lesbian influencer attacked by her father in home invasion

Brazil

Lesbian makeup artist and influencer Lara Inácio denounced her own father on her social networks for invading her home and attacking her. The young woman, who is dating a girl, accused her father of homophobia and shared with her followers a 5-second video in which she appears on the floor, crying, with bruises on her leg.

“The day was long, we had our house invaded, I was alone and I was caught like a dog, on top of my own bed and then on the street lying down! But homophobia doesn’t exist, does it?”, said the lesbian influencer showing her injuries and crying in the video.

“What is the name you give to whoever beats a daughter because she dates a girl? Am I out of style or is it not called homophobia anymore?” According to Lara Inácio, her father threw her out of the house when he learned that she was a lesbian, when she went to live at her aunt’s house, where the crime happened.
(Translated)

A maquiadora e influenciadora lésbica Lara Inácio denunciou o próprio pai em suas redes sociais após ter sua casa invadida por ele e apanhar. A jovem, que namora uma menina, acusou o pai de homofobia e dividiu com seus seguidores um vídeo de 5 segundos em que aparece no chão, chorando, com machucados na perna.

“O dia foi longo, tivemos a nossa casa invadida, eu estava sozinha e apanhei igual cachorro, em cima da minha própria cama e depois na rua deitada! Mas homofobia não existe, né?”, disse a influenciadora lésbica mostrando os ferimentos e chorando no vídeo.

“Qual o nome que vocês dão para quem bate em filha porque ela fica com menina? Eu estou fora de moda ou não se chama mais homofobia?”. Segundo Lara Inácio, seu pai a expulsou de casa quando soube que ela é lésbica, desde então a youtuber foi morar na casa da tia, onde aconteceu o crime.
(Original)

Continue reading: https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/2020/05/influenciadora-lesbica (source)

Suspected hitman of lesbian politician Marielle Franco killed by police

marielle franco

Friends and relatives of the murdered Brazilian politician Marielle Franco are demanding answers after Adriano da Nóbrega – a notorious hitman, whose gang of contract killers is suspected of involvement in her assassination – was gunned down by police in the north-east of the country.

Nóbrega, an ex-special forces police captain, also had close links to the family of the far-right president, Jair Bolsonaro. Nóbrega was killed by police on Sunday in Bahia state where he had been on the run.

“Who gained from the death of ex-special forces captain Adriano Nóbrega,” tweeted Franco’s widow, Monica Benicio.

Franco’s leftist PSOL party said Nóbrega was a “key piece” in discovering who ordered Franco’s killing and called for a full investigation. “Witness elimination? Another attempt at obstruction of justice? Who ordered our companion killed? We demand answers,” tweeted Sâmia Bonfim, a PSOL congresswoman.

Continue reading at: https://www.theguardian.com/world/2020/feb/09/hitman-with-links-to-marielle-francos-killed-by-police (Source)

Previous article: Brazil: two ex-police charged with murder of lesbian activist politician Marielle Franco and her driver

Original article: Protests held across Brazil after lesbian Rio councillor shot dead

Brazil: lesbophobic attack by three men on five women

Gabrielle Amato

Last Sunday, photographer Gabrielle Amato, in a group of five women, suffered physical and verbal aggression from three unknown men in an amusement park 80 km from São Paulo, the so-called Hopi Hari de Vinhedo.

As reported in the videos posted on social networks the women, three friends and a lesbian couple, were enjoying the day while waiting in line at one of the park’s attractions. They were approached by a trio of a father and son together with a friend who, chanting in favour of fascist President Jair Bolsonaro, declared a desire to expel them from the scene, eventually culminating in assaults on women, punching and kicking them.

On her social media networks, the photographer Gabrielle Amato denounced the incident and outlined the real reasons for the violence: the fact that they are lesbians. Gabrielle also commented that she was surprised by the incident because, according to her, such aggression was unusual until then, at least involving her person.

The emergence of these types of cases, such as Gabrielle’s, are increasingly common among women and people of colour, reflecting the advancement of the far right in Brazil. If, as the photographer says, such a situation is different from what happened in the past, we have a strong practical example of how fascists act when they feel comfortable acting in national politics.
(Translated)

 

No último domingo, a fotógrafa Gabrielle Amato, junto a um grupo que totalizava cinco mulheres, sofreu agressões físicas e verbais provindas de três homens desconhecidos em um parque de diversões há 80 km de São Paulo, o chamado Hopi Hari de Vinhedo.

As mulheres, como relatam nos vídeos lançados nas redes sociais, estavam aproveitando o dia entre três amigas e um casal lésbico, quando enquanto esperavam na fila de uma das atrações do parque, foram abordadas por um trio de pai e filho juntos a um amigo que, entoando dizeres a favor do presidente fascista, Jair Bolsonaro, declaravam o desejo de expulsa-las do local, culminando por fim em covardes agressões feitas pelo grupo contra as mulheres, onde por meio de socos e chutes, atingiram as visitantes.

A fotógrafa em seus redes sociais denunciou o fato e escancarou os reais motivos da agressão: o fato de serem lésbicas. Gabrielle comenta além disso a surpresa com a situação pois, de acordo com a mesma, agressões desse tipo eram incomuns até então, pelo menos envolvendo sua pessoa.

O aparecimento destes tipos de caso como de Gabrielle, cada vez mais frequentes entre mulheres e negros, é um reflexo do avanço da extrema-direita no Brasil. Se como diz a fotógrafa, tal situação se mostra diferente do que acontecia no passado, temos um forte exemplo prático de como passa a agir os fascistas quando sentem-se confortáveis de atuarem na política nacional.
(Original)

Continue reading at: https://www.causaoperaria.org.br/mulher-e-espancada-por-ser-lesbica-e-preciso-reagir-a-extrema-direita/ (Source)

International Lesbian Day: Instagram Series, “Rebu”, Resignifies Lesbian Woman Issues

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Pernambuco’s video artist Mayara Santana tells her experiences in the documentary designed for the IGTV format.

Gone are the days when calling a lesbian woman “dyke” was a curse. After years of prejudice and aggression, they re-signified the term and now “romp” has become a cry for freedom. A compliment of the most valuable, which, by the way, says a lot about pride. A lesbian woman carries machismo and homophobia in the same package (if she is black, she also has racism in the combo). And these are still obstacles that make it impossible to support some initiatives. As existence gains a new contour, it also innovates in the way it is counted.

Designer and video maker Mayara Santana, 27, found this gap. And from her personal experience, she made the “Rebu – Egolombra of an almost sorry shoe” web series, designed for the Instagram IGTV format. The documentary series comes from a specific place of speech: Mayara’s reality as a black and lesbian woman in Recife.

(Translated)

A videasta pernambucana Mayara Santana conta as suas experiências no documentário pensado para o formato de IGTV

Já se foi o tempo em que chamar uma mulher lésbica de “sapatão” era um xingamento. Depois de anos de preconceitos e agressões, elas ressignificaram o termo e, agora, “sapatão” virou grito de liberdade. Um elogio dos mais valiosos, o que, aliás, diz muito sobre orgulho. Uma mulher lésbica carrega o machismo e a homofobia no mesmo pacote (se for negra, também tem racismo no combo). E essas ainda são travas que impossibilitam apoio a algumas iniciativas. Ao passao que a existência ganha novo contorno, também se inova no jeito de contá-la.

A designer e videasta Mayara Santana, de 27 anos, encontrou esta lacuna. E fez, a partir da sua experiência pessoal, a websérie “Rebu – Egolombra de uma sapatão quase arrependida”, pensada para o formato de IGTV do Instagram. A série documental vem de um lugar de fala específico: a realidade de Mayara enquanto mulher negra e lésbica no Recife.

(Original)

Continue reading: https://www.folhape.com.br/diversao
/diversao/series/2019/07/06/NWS,
109803,71,539,DIVERSAO,2330-REBU-SERIE-PARA-INSTAGRAM-RESSIGNIFICA-QUESTOES-MULHER-LESBICA.aspx
(source)

Lesbians Are a Target of Male Violence the World Over

by Julie Bindel

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Lesbians in the U.K. have fought for and achieved legislative equality with heterosexuals. We can marry, adopt and foster children, and have next-of-kin rights with a same-sex partner. It is now illegal to fire us from our jobs or refuse goods and services on the grounds of our sexuality.

These changes also are prevalent across the majority of states in the U.S. and in numerous other countries around the world. But there are still plenty of places that have either rolled back the rights of lesbians, such as Russia under President Vladimir Putin, or, under the influence of religious fundamentalists, have introduced archaic and extremely punitive legislation affecting LGBTQ people.

Continue reading: https://www.truthdig.com/articles/lesbians-are-a-target-of-male-violence-the-world-over/ (source)

Update: Brazilian court considering trial for police accused of killing Luana Barbosa in 2016

Luana Barbosa 2

The court heard this week from the three military police officers accused of beating to death Luana Barbosa dos Reis , 34, a non-feminine black, lesbian and marginalised woman, in front of her her 14-year-old son, and will decide in the next few days whether to take or not the defendants will go to trial.

According to witnesses and Luana herself, in a video recorded before her death, she was beaten during a police raid on the night of April 8, 2016, in the Jardim Paiva II neighbourhood, one of the outskirts of Ribeirão Preto, 312 km from the city of São Paulo, nicknamed “Brazilian California” or “national agribusiness capital”. Five days later, Luana died in the hospital. The cause of death was a cerebral ischaemia caused by traumatic brain injury.

According to witnesses, at the time of approach Luana Barbosa demanded the presence of a female police officer to conduct the search. To show that she was a woman, Luana lifted her shirt. At that moment she was punched and kicked that knocked her to the ground. This is the same version told by Luana Barbosa’s family three years ago.
(Translated)

A Justiça ouviu nesta semana os três policiais militares acusados de espancar até a morte Luana Barbosa dos Reis, 34 anos, mulher não feminilizada, negra, lésbica e periférica, diante do filho dela de 14 anos, e deve decidir nos próximos dias se leva ou não os réus a júri popular.

Segundo relatos de testemunhas e da própria Luana, num vídeo gravado antes de sua morte, a jovem foi espancada durante uma abordagem policial na noite de 8 de abril de 2016, no bairro Jardim Paiva II, uma das periferias de Ribeirão Preto, cidade a 312 km da capital paulista, apelidada de “Califórnia brasileira” ou “capital nacional do agronegócio”. Cinco dias depois, Luana morreu no hospital. A causa da morte foi uma isquemia cerebral causada por traumatismo crânio encefálico.

Segundo as testemunhas, no momento da abordagem Luana Barbosa exigiu a presença de uma policial mulher para realizar a revista. Para mostrar que era mulher, Luana levantou a camiseta. Nesse momento ela levou um soco e um chute que a derrubaram no chão. É a mesma versão contada pela família de Luana Barbosa há três anos.
(original)

Continue reading at: https://ponte.org/pms-acusados-de-matar-luana-barbosa-culpam-vitima-e-poder-dos-direitos-humanos/ (Source)

Original article: Brazil: state murder of lesbian remains unpunished 3 years later

Brazil: young DJ murdered for being lesbian

DJ Ana Karolina de Souza Santos

DJ Ana Karolina de Souza Santos, 19, was brutally murdered, and according to the victim’s friend, anonymous for fear of reprisals, the young woman may have been killed because of homophobia (prejudice and criminal attitudes against homosexuals).

“One managed to escape and the other two said they did not realize that Karol was dead because they both pretended to be dead. It was a strategy to survive. The girls say that at no time was there harassment, but they (kidnappers) were taking pictures and asking where they were from, who they were. To me, Karol’s death had to do with her social position. Karol looked the most masculine. She had no wake. She was totally disfigured”, said the interviewee.

The DJ’s friend added that she will not accept the criminalisation of the dead victim, which she says “serves to remove the state’s responsibility for the crime”.
(Translated)

 

A DJ Ana Karolina de Souza Santos, 19, assassinada brutalmente, e segundo uma amiga da vítima, que terá sua identidade preservada por temer represálias, a jovem pode ter sido morta por homofobia (preconceito e atitudes criminatórias contra homossexuais).

“Uma conseguiu fugir e as outras duas disseram que não perceberam logo que a Karol estava morta, porque elas duas se fingiram de mortas. Foi uma estratégia para sobreviver. As meninas falam que em nenhum momento teve assédio, mas eles (raptores) ficaram tirando fotos e perguntando de onde elas eram, quem elas eram. Para mim, a morte da Karol teve relação ao aspecto social que ela estava envolvida. A Karol era quem tinha aparência mais masculinizada. Nem velório ela teve. Ficou toda desfigurada”, relatou a entrevistada.

A amiga da DJ acrescentou que não irá aceitar que criminalizem a vítima morta, algo que, segundo ela, “serve para tirar a responsabilidade do Estado pelo crime”.

(Original)

Continue reading at: https://revista.painelpolitico.com/dj-e-raptada-com-outras-tres-amigas-em-fortaleza-ela-foi-morta-a-golpes-de-barra-de-ferro/ (Source)

Brazil: young lesbian abducted and beaten

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Photo: Praia Grande Mil Grau

Images from surveillance cameras from Praia Grande city hall on the coast of Sao Paulo can help police identify men who assaulted a 19-year-old [lesbian] girl. The pair put the victim in a car and, after the assault, she was taken to a street in the Sítio do Campo neighborhood, where she was abandoned.

The victim was walking down Worker Avenue late Sunday afternoon (28) when she was approached by two men. They asked what time it was, but she ignored it. The pair kept following the girl and she ended up answering. Then they told her to get in the car. Refusing, one of the men got out of the car and kicked her leg and punched her rib. She fell and was thrown into the car.
(Translated)

Imagens de câmeras de monitoramento da prefeitura de Praia Grande, no litoral de São Paulo, podem ajudar a polícia a identificar os homens que agrediram uma jovem de 19 anos. A dupla colocou a vítima em um carro e, após a agressão, ela foi levada até uma travessa do bairro Sítio do Campo, onde foi abandonada.

A vítima caminhava pela Avenida do Trabalhador no final da tarde de domingo (28) quando foi abordada por dois homens. Eles perguntaram que horas eram, mas ela ignorou. A dupla continuou seguindo a garota e ela acabou respondendo. Em seguida, eles disseram para ela entrar no carro. Ao recusar, um dos homens desceu do carro e deu um chute em sua perna e socos na costela. Ela caiu e foi jogada dentro do carro.
(Original)

Continue reading at: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2019/08/01/imagens-podem-ajudar-policia-a-achar-dupla-que-espancou-lesbica-em-sp.ghtml (Source)

Brazil: The lesbian activist who defends LGBT rights in the Amazon

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Dani is the indigenous woman who stars in the second chapter of ‘Rainforest Defenders’ and one of the leaders, at only 21 years old, of the Amazonian resistance to the logging, mining and agrarian threat. But Dani is something else. She is one of the first indigenous women to say openly that she is a lesbian and use her visibility to fight for the LGTB cause in the Amazon.

She belongs to one of the communities that live on the banks of the Tapajós River, a mixture of ancient native settlers, indigenous people, descendants of African slaves and whites of Portuguese origin. Communities that are trying to avoid the exploitation and destruction of their land.

Dani’s community has an advantage over the majority, as it is considered [in] a Conservation Reserve, and therefore temporarily protected from indiscriminate extraction. But the young woman still has to fight against the threats that the extensive cultivation of soy exerts on her land and also against the prejudices of her own community, of the evangelist church, religion they profess, and of her own family .(Translated)

Dani es la indígena que protagoniza el capítulo segundo de ‘Rainforest Defenders’ y una de las líderes, a sus solo 21 años, de la resistencia amazónica frente a la amenaza maderera, minera y agraria. Pero Dani es algo más. Es una de las primeras indígenas en decir abiertamente que es lesbiana y usar su visibilidad para luchar por la causa LGTB en la Amazonia.

Pertenece a una de las comunidades que viven a la vera del río Tapajós, mezcla de antiguos pobladores autóctonos, indígenas, descendientes de esclavos africanos y blancos de origen portugués. Comunidades que están tratando evitar la explotación y destrucción de su tierra.

La comunidad de Dani tiene cierta ventaja frente a la mayoría, pues está considerada como una Reserva de Conservación, y por tanto, protegida temporalmente de la extracción indiscriminada. Pero la joven sigue teniendo que luchar contra las amenazas que el cultivo extensivo de soja ejerce sobre su tierra y también contra los prejuicios de su propia comunidad, de la iglesia evangelista, religión que profesan, y de su propia familia.
(Original)

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Brazil: lesbian tattoo artist murdered

Joyce Cristina Vargas da Silva

Photo from Facebook

The Civil Police of Rio de Janeiro found the body of the tattoo artist Joyce Cristina Vargas da Silva , 31 years old. Black woman, lesbian and passionate about tattooing. She had been missing since Monday, May 27, after going out with friends from a LGBTQ + nightclub, to Papa G Nightclub . According to the cousin of the victim, the friends left and Joyce decided to stay a little longer. … Agents of the Capital Homicide Division located her corpse near the rails of the Madureira train station, in the northern part of Rio de Janeiro. The information above is from O Globo newspaper and SBT Brasil . Still, according to what was disclosed by social networks there were signs of rape and the indication that the murder has lesbophobic motivation.
(Translated)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou o corpo da tatuadora Joyce Cristina Vargas da Silva, 31 anos. Mulher negra, lésbica e apaixonada por tatuagem. Ela estava desaparecida desde a segunda-feira, 27 de Maio, após sair com amigas de uma boate LGBTQ+, a Boate Papa G. Segundo o primo da vítima, as amigas foram embora e Joyce resolveu ficar um pouco mais. … Agentes da Divisão de Homicídios da Capital localizaram o cadáver próximo aos trilhos da estação de trem de Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro. As informações acima são do jornal O Globo e do SBT Brasil. Ainda, segundo o que foi divulgado pelas redes sociais havia sinais de estupro e a indicação que o assassinato tenha motivação lesbofóbica.
(Original)

 

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(LVD) Brazil: “We lesbians are still fetishized on the streets and in the media”

Often seen by society through the lens of hatred or fetish, lesbian women seek visibility amid political crisis, loss of rights and the conservative wave.
“We continue to be fetishized on the streets and in the media and our sexuality continues to be infantilized and trivialized, since patriarchal society only believes in the heteronormative model of relationship and affection. Such a model legitimizes harassment, violence and our total invisibility, thus putting our lives at risk at all times,” explains Natalia Pinheiro, 27.
In the Americas, violence against lesbians is driven mainly by misogyny and gender inequality, as historically noted in the reports on the subject produced by the Organization of American States (OAS). Among the recorded violence are “corrective rape”, that is, sexual violence aimed at “changing” the sexual orientation of the victim, aggression due to public displays of affection and forced hospitalizations aimed at “converting” the sexual orientation of the victims.
Pinheiro was one of the organizers, along with her companion Bru Isumavut, of the Dyke Fest, a feminist lesbian festival that brought together bands and promoted discussions in São Paulo on Sunday 27, about the prejudices that affect this population.
(Translated)

Em geral vistas pela sociedade por meio das lentes do ódio ou do fetiche, as mulheres lésbicas buscam visibilidade em meio à crise política, à perda de direitos e à onda conservadora.
“Seguimos fetichizadas nas ruas e na mídia e a nossa sexualidade segue sendo infantilizada e banalizada, uma vez que a sociedade patriarcal só acredita no modelo heteronormativo de relação e afeto. Tal modelo legitima assédios, violências e a nossa total invisibilização, colocando, desta forma, nossas vidas em risco a todo momento”, explica Natalia Pinheiro, 27 anos.
No continente americano, a violência contra lésbicas é movida principalmente pela misoginia e a desigualdade de gênero, como constatado historicamente nos relatórios sobre o tema produzidos pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Entre as violências registradas estão o “estupro corretivo”, isto é, a violência sexual que objetiva “mudar” a orientação sexual da vítima, agressões devido a demonstrações públicas de afeto e internações forçadas visando “converter” a orientação sexual das vítimas.
Publicitária e produtora cultural, Pinheiro foi uma das organizadoras, ao lado de sua companheira Bru Isumavut, do Dyke Fest, festival lésbico feminista que reuniu bandas e promoveu discussões em São Paulo, no domingo 27, sobre os preconceitos que atingem essa população.
(Original)

Continue reading: https://www.cartacapital.com.br/
diversidade/nos-lesbicas-seguimos-fetichizadas-nas-ruas-e-na-midia/
(source)

Brazil: state murder of lesbian remains unpunished 3 years later

Luana Barbosa

After three years of Luana Barbosa’s murder, the case is still in the judicial process without effectively holding the aggressors accountable. Black, lesbian, mother and outlier, Luana was killed at age 34 due to brain injuries caused by three military police officers who beat her in the corner of her house, in the Jardim Paiva II neighbourhood, in the northern area of ​​Ribeirão Preto (São Paulo state). The assaults took place after Luana refused to be checked by the soldiers of the 51st Military Police Battalion (PM), demanding a female police presence. She was sent to the Emergency Unit of the Hospital de Clínicas (HC-EU), but died five days after the violence.
(Translated)

Luego de tres años del asesinato de Luana Barbosa, el caso aún sigue en proceso judicial sin responsabilizar efectivamente a los agresores. Negra, lesbiana, madre y periférica, Luana fue asesinada a los 34 años por lesiones cerebrales provocadas por tres policías militares que la golpearon en la esquina de su casa, en el barrio Jardim Paiva II, zona Norte de Ribeirão Preto (estado de São Paulo). Las agresiones ocurrieron después de que Luana se rehusó a ser revisada por los soldados del 51º Batallón de la Policía Militar (PM), exigiendo una presencia policial femenina. Ella fue encaminada la Unidad de Emergencia del Hospital de Clínicas (HC-UE), pero murió cinco días después de la violencia.
(Original)

Continue reading at: https://kaosenlared.net/brasil-madre-negra-y-lesbiana-asesinato-de-luana-barbosa-sigue-impune-luego-de-tres-anos/ (Source)

Update: Update: Brazilian court considering trial for police accused of killing Luana Barbosa in 2016