(LVD) Brazil: “We lesbians are still fetishized on the streets and in the media”

Often seen by society through the lens of hatred or fetish, lesbian women seek visibility amid political crisis, loss of rights and the conservative wave.
“We continue to be fetishized on the streets and in the media and our sexuality continues to be infantilized and trivialized, since patriarchal society only believes in the heteronormative model of relationship and affection. Such a model legitimizes harassment, violence and our total invisibility, thus putting our lives at risk at all times,” explains Natalia Pinheiro, 27.
In the Americas, violence against lesbians is driven mainly by misogyny and gender inequality, as historically noted in the reports on the subject produced by the Organization of American States (OAS). Among the recorded violence are “corrective rape”, that is, sexual violence aimed at “changing” the sexual orientation of the victim, aggression due to public displays of affection and forced hospitalizations aimed at “converting” the sexual orientation of the victims.
Pinheiro was one of the organizers, along with her companion Bru Isumavut, of the Dyke Fest, a feminist lesbian festival that brought together bands and promoted discussions in São Paulo on Sunday 27, about the prejudices that affect this population.
(Translated)

Em geral vistas pela sociedade por meio das lentes do ódio ou do fetiche, as mulheres lésbicas buscam visibilidade em meio à crise política, à perda de direitos e à onda conservadora.
“Seguimos fetichizadas nas ruas e na mídia e a nossa sexualidade segue sendo infantilizada e banalizada, uma vez que a sociedade patriarcal só acredita no modelo heteronormativo de relação e afeto. Tal modelo legitima assédios, violências e a nossa total invisibilização, colocando, desta forma, nossas vidas em risco a todo momento”, explica Natalia Pinheiro, 27 anos.
No continente americano, a violência contra lésbicas é movida principalmente pela misoginia e a desigualdade de gênero, como constatado historicamente nos relatórios sobre o tema produzidos pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Entre as violências registradas estão o “estupro corretivo”, isto é, a violência sexual que objetiva “mudar” a orientação sexual da vítima, agressões devido a demonstrações públicas de afeto e internações forçadas visando “converter” a orientação sexual das vítimas.
Publicitária e produtora cultural, Pinheiro foi uma das organizadoras, ao lado de sua companheira Bru Isumavut, do Dyke Fest, festival lésbico feminista que reuniu bandas e promoveu discussões em São Paulo, no domingo 27, sobre os preconceitos que atingem essa população.
(Original)

Continue reading: https://www.cartacapital.com.br/
diversidade/nos-lesbicas-seguimos-fetichizadas-nas-ruas-e-na-midia/
(source)

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